A Sonritech reúne o que já existe na sua operação, automatiza o trabalho repetitivo e entrega a informação no formato que você usa — sem esperar alguém montar a planilha.
Análise inicialConferir, digitar, comparar e montar são tarefas que ninguém colocou no orçamento — mas que ocupam as melhores horas da equipe. São invisíveis porque sempre foram assim.
No diagnóstico, cada rotina entra com a estimativa de horas devolvidas e o custo de automatizá-la. E o que é automatizado fica documentado: dá para ver o que rodou, com que regra e a partir de qual dado.
Consultoria, desenvolvimento sob medida e treinamento — sempre em cima dos sistemas e dos dados que a operação já tem. Sem trocar de plataforma e sem parar para implantar.
O levantamento de onde cada dado está, como está organizado e que perguntas ele já responde — e quais ficam sem resposta porque a informação existe, mas espalhada. É esse mapa que define por onde vale começar.
O ERP, a loja, a planilha e o financeiro passam a conversar entre si; o que tem regra clara roda sozinho — conciliação, fechamento, reposição, orçamento, relatório. Cada automação nasce de um processo definido e deixa registro do que fez.
Painéis, relatórios recorrentes e alertas montados a partir dos dados que já existem, no formato e no canal que a operação usa. Onde faz sentido, ferramentas de IA sobre os seus próprios dados, para responder o que hoje ninguém tem tempo de levantar.
O time aprende a operar e ajustar o que foi montado, a criar as próximas automações e a usar IA com critério. A cada entrega, a dependência do fornecedor diminui.
Nada aqui é pacote fechado. Prazos, limites, frequência e formato são ajustados à sua operação — e revistos conforme ela muda.
Uma rotina no ar e validada antes de avançar para a próxima. Cada etapa define o que fica ajustado à sua operação.
Mapeamento das rotinas, dos sistemas e do que dá para automatizar já — com estimativa de horas devolvidas.
Define: por qual rotina começar.Priorização por custo, risco e retorno, com a arquitetura desenhada antes da primeira linha de código.
Define: regras, limites e responsáveis.Construção em ciclos curtos. Uma entrega funcionando, conferida contra o processo atual, antes de seguir.
Define: frequência, formato e canal de entrega.Acompanhamento, ajuste dos parâmetros e extensão para as demais rotinas da operação.
Revisto sempre que a operação muda.A dor quase sempre tem a mesma origem: o dado que resolveria o problema já está armazenado nos softwares que a operação usa, mas espalhado, sem conversar entre si e sem virar produtividade. Por isso a automação só entra depois que o processo está definido — automatizar o que ainda não tem regra clara só faz o erro acontecer mais rápido. Abaixo, três realidades diferentes. Se você se reconhecer em mais de uma, comece pela que mais pesa hoje.
Começar por um caminho não fecha os outros. O gargalo muda de lugar conforme a operação cresce — e o que já foi construído continua valendo.
A Sonritech une consultoria, treinamento e desenvolvimento de soluções sob medida em automação e integração de dados, atendendo comércio online, lojas físicas e operações que vivem nos dois mundos.
Não para no diagnóstico: desenha, constrói e entrega o que vai para produção — e treina quem vai operar depois.
Transparência no que é proposto, segurança no que é integrado e confiabilidade no que roda — decisão informada, operação auditável.
A Sonritech integra os sistemas que a empresa já usa — ERP, loja virtual, financeiro, planilhas — e automatiza as rotinas que hoje são feitas à mão: conciliação, fechamento, reposição, orçamento, relatório. Atende comércio online, lojas físicas e operações que vivem nos dois mundos, com consultoria, desenvolvimento sob medida e treinamento da equipe.
Não. A Sonritech trabalha por cima dos sistemas atuais: o que muda é o fluxo de dados entre eles, não a ferramenta que a equipe usa todo dia. Trocar de plataforma raramente resolve o problema — o dado continua espalhado, só que em outro lugar. A integração acontece sem migração e sem parar a operação.
Sim. A Sonritech integra Bling, Omie, Eccosys, Nuvemshop, Convertr, entre outras plataformas, além de planilhas Excel e Google Sheets. Quando o sistema tem API, a conexão é direta; quando não tem, existem caminhos como leitura do banco de dados, arquivos exportados ou automação de interface. O critério é sempre o que se mantém estável ao longo do tempo.
Não. A maioria das empresas atendidas pela Sonritech não tem equipe técnica interna, e a oferta parte disso. A Sonritech desenha, constrói e coloca a automação no ar; depois, treina quem vai operar. O time aprende a acompanhar, ajustar parâmetros e, com o tempo, criar as próximas automações sem depender de programador.
Sim, e muitas vezes é onde o ganho fica mais visível: numa empresa pequena a mesma pessoa vende, compra, atende e fecha o mês, e cada hora devolvida pela automação volta direto para o negócio. A Sonritech começa por uma rotina específica, com regra clara e dor mensurável. O escopo cresce conforme a operação cresce.
Integração de sistemas faz os softwares trocarem dados entre si, sem digitação manual. Automação de processos faz uma rotina com regra definida rodar sozinha sobre esses dados — conciliar, repor, gerar relatório. IA entra por último, quando a pergunta não tem regra fixa: interpretar, classificar, responder. Na Sonritech a ordem é essa: primeiro o dado, depois o processo, só então a automação e a IA.
A Sonritech lê o que você contou sobre a operação e retorna com uma proposta de conversa, já direcionada à rotina que mais pesa hoje. Nessa conversa se mapeia onde estão os dados, o que consome tempo sem gerar decisão e por onde vale começar. Nenhum compromisso é assumido antes disso: o escopo é definido junto, com custo, risco e retorno na mesa.
Depende do número de sistemas envolvidos e do estado dos dados, não do tamanho da empresa. Por isso a Sonritech começa por um ciclo deliberadamente pequeno: uma rotina, escolhida por ter regra clara e dor mensurável, colocada no ar e conferida contra o processo atual. Validado esse ciclo, o escopo cresce. O prazo de cada etapa é definido no diagnóstico, não prometido antes dele.
Toda automação da Sonritech deixa registro do que rodou, com qual regra e a partir de qual dado — se algo sai do esperado, dá para ver onde e por quê. A manutenção é definida junto com o cliente: pode ficar com a Sonritech, com o time treinado ou com os dois. O objetivo é que a dependência do fornecedor diminua a cada entrega, não aumente.
Os dados continuam nos sistemas onde já estão. A integração usa o acesso mínimo necessário para cada rotina e deixa registro do que foi lido e do que foi gravado. Regras de retenção e tratamento, inclusive as exigidas pela LGPD, são definidas com você e devem passar por revisão jurídica: a Sonritech entrega a arquitetura técnica, não o parecer legal.
Em uma conversa estruturada mapeamos onde a automação devolve mais horas e mais dinheiro na sua operação — com custo, risco e retorno na mesa.
Mapear minhas oportunidadesEm breve, receberá o retorno.